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1 hora atrás
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Por favor, não me venham criticar pelo título, pois foi a única maneira que encontrei para definir esse caso.
Esses (ou essas) são Scott e Thomas. Elas viraram "eles" e depois viraram "elas" de novo. Mas não viraram "elas" do time original. Agora são outro tipo de "elas", tipo...sem querer ofender..."bibas".
O melhor de tudo (ou pior, sei lá), uma "deles" está "grávido" (nem quero imaginar esse filho no colégio)
Raciocine: As mulheres eram gays, viraram homens, para depois se apaixonarem um pelo outro e virarem gays² ou gays³.
Isso já não é mais opção sexual. Isso é falta ou excesso de opção sexual.
Mulher virando "homem" ainda passa, mas mulher virando boiola...era melhor continuar como sapata.
Mesmo correndo o risco de ser chamado de reacionário preconceituoso... Não teria sido melhor, cada uma continuar como mulher e arranjar um marido?
Que dificuldade, meu Deus !!!
Engana-se quem acredita que a alvorada é sempre igual...
...Na verdade ela nunca se repete.
Seção Reciclagem:
Papai Noel de garrafa PET
Seção Geriatria:
Velhinha e Velhinho
Seção Jurássica:
Derci, Barney e Hebe
Seção TV Brasileira:
Visconde de Sabugosa e Julio Cocoricó
Seção "Tudo-com-a-mesma-cara":
Max Steel, Max Steel, Max Steel, Max Steel
Seção Super Heróis:
Batman e Superman
Seção Toy:
Buzz Lightyear e Wood
Seção Esportiva:
Ronaldo
Eu caminhava entre o banheiro e a cozinha, já no encerramento dos “trabalhos” daquela noite. Cruzei a sala. A tevê ainda ligada, me aguardava para que eu desse o click final no controle remoto. Enquanto bebia meu último copo d’água de um dia bem calorento, pude ouvir a voz do consagrado jornalista: “Vamos ver o que nossos heróis estão fazendo...”. Heróis? Pensei... De cara me veio em mente nossos valorosos bombeiros, mal saídos da tragédia de Angra dos Reis, para serem enviados diretamente ao Haiti devastado. É... Esses são realmente nossos heróis.
Mas o consagrado jornalista falava, na verdade, de outro tipo de herói. Não o herói que nos enche de orgulho, que honra a nossa história. Não o herói, ou heroína como Zilda Arnz, que viveu para a entrega ao próximo, ao semelhante. Na verdade eram “heróis”, agora sim, entre aspas, que vivem tão somente para receber. “Heróis” capazes de passar dois meses sem fazer absolutamente nada para ninguém. Nada que não sejam intrigas, futricas, banalidades, futilidades...
A vida é feita de escolhas. Algumas pessoas, como o povo atingido pelo flagelo no Haiti, dispõe de pouquíssimas ou nenhuma. Mas existem aqueles que têm a glória de dispor de várias escolhas. Escolhas essas que, aliadas à sorte e ao talento, podem levá-las onde elas quiserem. Ao caminho da honra, da nobreza, do reconhecimento, da consagração pessoal e profissional.
Pedro Bial fez sua escolha.
Se diante dos fatos e desafios apresentados à humanidade, ele prefere rasgar sua biografia e comentar a tamanho da bunda de uma “brother”, ou a relevância do selinho de duas “bibas”...bem... quem perde é a sociedade como um todo, mas a escolha é apenas dele, somente dele.
...E eu com isso? Eu sinto vergonha, uma profunda vergonha.
O dinheiro é importante, mas não é tudo.

